se não for pedir demais,
Ultimamente meu sorrido estampa minha face. Boca escancarada com um sorriso avulso e que mesmo sendo avulso chama a atenção. Eu e minha gargalhada humilde, cujo escuta-se da esquina. Contagiando seres que eu nem imaginava que iriam ser deixados contagiados por essa exorbitante risada. Maldosa! Ou não. Meu sorriso sincero ilumina meus olhos. Essa luz, invade a retina, retém o olhar. E novamente meu ego é posto lá em cima. O mais alto possível. Meus sonhos, aos poucos estão sendo realizados. O sofrimento não é mais palavra que se use em meu dicionário. Até mesmo jogando sinuca a inveja, o agoro e o mal olhado toma-se à frente do meu ser. Engraçado né? Não. Mas ria. Eu vou rir. Porque se levastes a vida tão a sério, morrerá cedo. E quando morrer, quero morrer sorrindo, e se não for pedir demais, atuando. Ao alto de um palco italiano cuja minha paixão é significativa e cada vez maior. Porque a vida prega peças. Morrendo sorrindo, quem irá pregar a peça na vida sou eu. Surpreendente. Peço licenças, porque agora eu vou viver. E mesmo se não quiserdes me conceder a digníssima licença, eu vou mesmo assim. Essa noite, prometo-me o prazer de assistir ao raiar do sol e depois não me decido a deixar o leito. Durante o dia, espero rejubilar-me com o luar e, afinal, permaneço no meu quarto. Não sei por que me deito e por que me levanto. Apenas sei porque sorrio.
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