Meu ego jubiloso não deflagra em qual situação em que estou. Não é por acaso que 'ele', é tão elevado como é. No que faço, juntamente com meu ego, o que perco, não me trás diferenças em minha vida. A vaidade e o orgulho são coisas diferentes, embora as palavras sejam constantemente usadas como sinônimos. Uma pessoa pode ser orgulhosa sem ser vaidosa. O orgulho, relaciona-se com a opinião que temos de nós mesmos, e a vaidade, com que desejaríamos que os outros pensassem de nós. Meu orgulho seco, com junção de minha vaidade insípida, se formou ego. Egocentrismo elevado aos céus. Aonde me orgulho disso. Não era para orgulhar, mas me orgulho. Infelizmente, ou felizmente. Deixarei o que me restou aqui para voltar ao lugar em que sai. Mundo dos reflexos, dos sonhos e dos grandes convencimentos otimistas. Mundo dos espelhos, que mesmo alguns estando rachados, quebrados ou coisa semelhante não irá me afetar em nada. Não tentes me atacar, porque do seu ataque farei um número circense cujo todos irão rir. Eu rio. Adoro o riso. Isso me contagia um tanto, você nem imagina. Se sente atingido pelo meu ego? Não me fale que não, porque está claramente visível que sim. E novamente o meu riso toma conta.
E agora vou eu, voltar para aquilo que acredito ser o paraíso. Voltar para o meu espelho, para ver se o meu ego volte ao lugar que ele mereça. Mundo dos reflexos, cujo eu posso me sentir melhor do que já sou.

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