Eu desço dessa solidão. E assim espalho coisas sobre esse chão de giz. Há meros devaneios tolos, a me torturar. Fotografias recortadas, em jornais de folhas. Amiúde! Eu vou te jogar,num pano de guardar confetes. Disparo balas de canhão, é inútil, pois existe um grão-vizir. Há tantas violetas velhas, sem um colibri. Queria usar quem sabe, uma camisa de força ,ou de Vênus. Mas não vou gozar de nós, apenas um cigarro. Nem vou lhe beijar ,gastando assim o meu batom... agora pego um caminhão na lona. Vou a nocaute outra vez. Prá sempre fui acorrentado no seu calcanhar. Meus quinze anos de "boy". That's over, baby! Freud explica... não vou me sujar, fumando apenas um cigarro. Nem vou lhe beijar gastando assim o meu batom. Quanto ao pano dos confetes, já passou meu carnaval. E isso explica porque o sexo é assunto popular. No mais estou indo embora. No mais estou indo embora. No mais estou indo embora. No mais... e nada vai fazer eu apagar esse meu chão de giz.

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