Sinceramente? Não sei.
E das várias coisas que ainda tenho que lhe pedir, e encarar com minhas duas faces pedirei o que der conta. Não me esqueça. Porque você não sai da minha cabeça. Não se afaste mais, porque eu senti o que você andava sentindo pelos cantos. Porque essa distância da nossa distância doeu. Abriu, sangrou, dilacerou , feriu e não se reconstituiu. Diante desse possível amor perfeito, hoje me entrego. Me entrego para você como me entreguei para todas as outras que de me desfizeram. Eu me dou a você para fazer o que quiser. Porque sem você eu não vivo. Não mais. Não sei com que olhos olhar, não sei com que pernas andar, e muito menos como mais irei pensar. Não sei com que razão vou agir, com que palavras vou omitir ou que emoção sentir. Não sei com que coração. Não sei. Depois de tudo o que fiz. E até do que não fiz. Será que tem como agora eu me decidir, implorar e pedir que você volte denovo para mim? Se cuida.
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