Homens, monstros e rosas.


Deixe que as rosas tragam o cheiro. Libere nelas os seus desejos. Deixe as cartas irem embora. E chegarem inteiras em seu destino. Deixe no ar suas confissões. Com cheiro de rosas. Com as palavras das cartas. Medo de ter, medo de perder. Cada um tem os seus e todos tem algum. O meu é o desespero. O desespero é o suicídio do coração. Amargura acompanhada de carne. Um homem desesperado, é um homem no caxão. Homens e os seus monstros. Carta de amores, paixão suicida. Medo. Homens e monstros sempre andaram juntos. E sempre vão andar. Juntos e carregando um buquê que rosas roxas.

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