Bailarina


Quando eu te vi, me senti tão diferente. Não sei dizer o porque. Nunca sei dizer o porque. Mas é que seus olhos me causava algum tipo de anseio. Os seus olhos era a estrada longa para a ruína. Não! Não era seus olhos. Eram seus pés, cujo movimentos me chamava ainda mais atenção. Uma espécie de sedução diabólica travestida de boa samaritana. Eram seus pés que levava todos para uma estrada longa, chamada ruína. E bastou pouco tempo para eu, descobrir o que você era. E desmascarei sua face num passe de mágica, relativo aos seus movimentos belos. Você foi humilhada, do jeito que merecia ser. E te deixei ali, no chão. Bailarina, pálida ruiva segurando tutu preto na tristeza.

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