e do meu veneno,


Queria lhe informar senhor, que a culpa de eu ser assim, não é minha. Se é que sou assim. Sou sim, um viciado no pecado carnal e nos lábios junto com lábios. Como você já disse. Mas tu és infeliz de dizer que eu sou viciado de fazer as pessoas sofrerem. Afinal, você já viu eu fazer alguém sofrer? Pecadores, todos somos, uns mais, outros menos. Só não venha me dizer que a culpa é minha. Viúva Negra? Que Satisfação! Me chamou de sexy. Obrigado por expor essa sua pequena e otimista inveja ao meu ser. Porque até então, só foi isso que o senhor mostrastes. Fazer isso pela fama? Meu caro senhor, eu lhe informo que nasci sem fama, e morrerei sem a mesma. Nada me tocará. Hoje nada me tocará. Suas palavras menospresantes, e talvez conceituadas que me atacam, não em tocará. Esse seu dom, de me colocar, e colocar os outros no buraco, ao fim, e aos infernos, como você diz. Nada disso me tocará. Se está incomodado por eu estar atacando perto de você? Se retire. Suma de perto de mim, se você não gosta. Afinal, os incomodados que se retirem. Os que eu amo, talvez são ou mesmo que você ama. A culpa também não é minha, se tenho mais vantagens do que você ao logo do meu exercício e de minha vocação. Raiva de você? Nunca, porque admiro essa sua capacidade de ser verdadeiro, ou não. Peço que meça suas palavras quando se referir a mim, porque pra ser eu, o senhor necessita de nascer várias vezes. Apenas peço, que meça suas palavras quando se referir a mim. Nunca disse que sou santo. E nunca demonstrei isso. Do meu veneno, só prova quem quer. E a minha teia? Se ninguém a destruiu, não vai ser você, impondo supostas verdades que a vai destruir. Isso é tudo, e hoje nada me toca. Ainda mais, o que vem debaixo.

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